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Ecocardiografia com Doppler

O ecocardiograma avalia a estrutura do coração, sendo o método que, na maioria das vezes, oferece um diagnóstico definitivo da doença cardíaca, seja ela congênita ou adquirida. Através do doppler pode-se avaliar os fluxos sanguíneos do coração e grandes vasos.

Todo animal portador de sopro cardíaco deve realizar o ecocardiograma com a finalidade de se alcançar o diagnóstico definitivo e saber se esse paciente necessita ou não uma terapia de imediato.

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Pet Heart Cardiologia Veterinária Campinas

“Boa tarde, eu como avó do meu quatro patas JACK, agradeço a todos a dedicação e carinho que tiveram com o menino, pois só assim ele conseguiu sobreviver. Um beijo a todos do fundo do coração.”

Elisangela Faria
Pet Heart Cardiologia Veterinária Campinas
“Obrigado a toda a equipe Pet Heart e de auxiliares por nos últimos 5 anos tratarem de nós com a dedicação que só os bons profissionais sabem ter.”
Ricardo Machado

Perguntas Frequentes

Separamos algumas das perguntas mais comuns e recorrentes que recebemos em nossos contatos. Abaixo, seguem algumas dessas perguntas:

Em geral, animais com problemas cardíacos tem um sopro cardíaco auscultado durante o exame físico feito pelo médico veterinário. Por isso, é importante levar seu animalzinho regularmente ao veterinário, pois às vezes, o paciente ainda é assintomático e somente durante um exame físico detalhado, pode-se perceber a doença precocemente e solicitar o ecodopplercardiograma (exame de eleição para o diagnóstico de cardiopatias) para a confirmação da doença.
Os sintomas podem ser bem variados, dependendo da fase da doença cardíaca. São eles: tosse ou engasgo, cansaço fácil, desmaios, edema de membros, aumento de volume abdominal. É importante salientar, que a tosse pode não estar relacionada à doença cardíaca exclusivamente, podendo estar associada à doenças respiratórias (colapso de traqueia ou traqueíte, por exemplo) e somente por meio de exames de diagnóstico podemos diferenciar.
Dependendo da causa, sim. Se for uma doença congênita (animais jovens) passível de correção cirúrgica, e for diagnosticado precocemente, sim, mas o maior número de casos é secundário ao processo degenerativo das valvas (animais idosos) principalmente, da valva mitral, e por se tratar de uma doença crônica, o controle é feito por meio de medicações durante toda a vida do paciente, com a finalidade de controle dos sintomas e melhora da qualidade de vida.
Os gatos, assim como os cães, podem ter doenças cardíacas tanto congênitas (gatos jovens, já nascem com a má formação no coração) quanto adquiridas (desenvolvem com o passar da idade). A doença cardíaca adquirida mais comum nos gatos é a cardiomiopatia hipertrófica.
Os gatos, diferentemente dos cães, não costumam apresentar sintomatologia muito evidente de doença cardíaca. Dificilmente o gato cardiopata apresenta tosse, esse sintoma está mais relacionado à doença respiratória (bronquite) do que cardíaca. Os gatos costumam “esconder” os sintomas, podem ficar mais apáticos, se esconderem mais ou mesmo apresentar “falta de ar” (dispneia) repentina ou paralisia súbita de membros (secundária à formação de trombos), que pode facilmente ser confundida com um traumatismo em coluna, sem qualquer sintoma prévio . A única maneira de saber se seu gato é portador de doença cardíaca é realizando um exame de imagem chamado ecodopplercardiograma. Os gatos cardiopatas nem sempre apresentam sopro cardíaco na auscultação.
Sim, há tratamento e este deve ser orientado pelo médico veterinário na dependência da gravidade da doença. Assim como todo tratamento de doenças crônicas, deve ser realizado por toda a vida do paciente.

Caso tenha alguma dúvida sobre nossos serviços, atendimento e métodos de diagnóstico.

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